1356 – Bernard Cornwell

1356Bernard Cornwell é um nome fácil nas recomendações dos leitores de ficção histórica. Mestre em narrativas militares, especialmente pelas descrições dos caóticos e intensos combates que facilmente ganham vida na imaginação do leitor. O autor faz por merecer sua fama, dificilmente você encontra outros que consigam captar tão bem quanto ele a atmosfera de desespero e êxtase de um campo de batalha, mas às vezes nem isso basta… Continuar lendo

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Os Pilares da Terra – Ken Follet

Os_Pilares_da_TerraA religião constituía uma parte fundamental na vida medieval, não apenas no papel unificador ou espiritual, mas também no campo intelectual, político, econômico e social. A igreja era o centro de tudo, era o coração das cidades e vilarejos, e nada manifestava mais a ascensão do poder e riqueza da Igreja do que as catedrais. As catedrais eram as maiores, mais caras e mais complexas construções da época, eram erguidas para inspirar admiração e devoção, mas toda essa imponência demandava uma quantia enorme de recursos humanos, materiais e financeiros, levando décadas, ou até mesmo séculos, até ficarem prontas. Elas refletiam não apenas o caráter religioso e cultural da época, mas também a ambição e o desejo humano. Os Pilares da Terra usa esse cenário, contudo esta não é exatamente uma história sobre a construção de uma catedral. Continuar lendo

Herança de Sangue (Guerra das Rosas Vol.3) – Conn Iggulden

Herança_de_SangueAs forças de Lancaster triunfaram sobre o duque de York e o conde de Salisbury na batalha de Wakefield. Com as cabeças dos seus principais inimigos espetadas nas muralhas da cidade de York, a rainha Margarida de Anjou marcha com um grande exército em direção ao sul, visando libertar o rei Henrique VI das mãos dos últimos dos seus opositores, e nada parece ser capaz de impedi-la. No entanto, ao matar e decapitar os líderes das casas de York e Neville, Margarida acabou por liberar os herdeiros para assumirem a causa de seus pais, unindo o filho de Salisbury, Ricardo Neville, o conde de Warwick ao filho mais velho de York, Eduardo, o conde de March, em uma vingança contra a Casa de Lancaster. Continuar lendo

Os Senhores do Arco ( O Conquistador Vol.2) – Conn Iggulden

Os_senhores_do_arcoO Império mongol foi um dos maiores que o mundo já viu, sendo o maior em extensão territorial em questão de terras contínuas e o segundo maior em extensão territorial total – ele possuía 33 milhões de km², perdendo apenas para o Império Britânico com 33,7 milhões de km²-, e a exemplo de Alexandre, o Grande, boa parte dele conquistada sob a liderança de um só homem, Gêngis Khan. Não à toa essa figura histórica é um prato cheio para qualquer autor possa se inspirar parcialmente ou mesmo contar os fatos da movimentada vida desse que se tornou uma das pessoas mais temidas da época e que pôs boa parte do mundo sob seus pés.  Continuar lendo

Guerreiros de Roma: Fogo no Leste – Harry Sidebottom

fogonolesteJá vou logo dizendo que sou fã de História e um dos meus gêneros literários favoritos é a Ficção Histórica, esses já foram alguns motivos que me levaram a comprar esse livro. Também sou aficionado por qualquer coisa que envolva as legiões da Roma Antiga, algo que novamente contou a favor desse livro, mas quando vi que a história se passava no século III, onde o declínio do Império Romano já era visível, além de ser uma época pouco explorada em livros, filmes e seriados que falam sobre Roma, eu não pensei duas vezes e comprei Guerreiros de Roma: Fogo no leste, escrito pelo britânico Harry Sidebottom. Continuar lendo

Azincourt – Bernard Cornwell

Azincourt ou Agincourt, como os ingleses chamam, foi uma batalha ocorrida na Idade Média, mais precisamente em 25 de outubro de 1415 (dia de São Crispim), fazendo parte da famosa Guerra dos 100 anos. Foi uma das batalhas que os ingleses mais se orgulham, afinal eles deram uma surra nos franceses, e foi uma vitória improvável devido à superioridade numérica dos inimigos e pelas dificuldades enfrentadas pelos famintos e cansados soldados ingleses, mas principalmente porque a esmagadora vitória foi contra os franceses.  É praticamente o 7×1 dos deles contra os seus “rivais”, algo que pode ser comparado de leve com a rivalidade entre os brasileiros e os argentinos, porém entre os europeus é até maior devido aos constantes conflitos que ambos tiveram ao longo dos anos. Dito isto de introdução, vamos ao livro em si. Continuar lendo