Espinho de Prata (Saga do Mago Vol.3) – Raymond E. Feist

Espinho_de_Prata_Mago_Vol_3 (557x800)Quase um ano se passou desde o término da Guerra do Portal. A história volta-se agora para Krondor, onde Jimmy, “a Mão” -um garoto de 15 anos membro dos Zombadores, a Guilda de Ladrões- estava em mais uma das suas aventuras noturnas para cometer alguns furtos, quando acidentalmente acaba encontrando um membro dos Falcões Noturnos, a temida Guilda da Morte. Entre o medo de ser pego e a curiosidade, a última acaba falando mais alto e Jimmy acaba descobrindo que o alvo do assassino era o príncipe Arutha. Continuar lendo

Fahrenheit 451 – Ray Bradbury

Fahrenheit-451 (533x800)Publicado em 1953, essa distopia de Ray Bradbury é assustadoramente premonitória, visto que muito daquilo que soava absurdo na época é algo não tão estranho aos nossos olhos atualmente e que apresenta semelhanças com atividades e hábitos do nosso cotidiano. O nome do livro é referente à temperatura na qual o papel pega fogo e queima (451º na escala Fahrenheit dá quase 233º na escala Celsius), e apesar da queima de livros parecer algo fantasioso, é bom voltar um pouco no tempo e lembrar que já fizeram muito isso, talvez o mais famoso caso seja o Bücherverbrennung (queima de livros, em alemão), ocorrido em 1933 na Alemanha nazista, onde estudantes queimaram livros considerados “não-alemães” em uma espécie de “purificação da cultura alemã”. Continuar lendo

A música do silêncio – Patrick Rothfuss

musica-do-silencioNão é um livro para todos. Se você não leu nada do universo das Crônicas do matador do rei é improvável que você goste desse livro. Se você conhece e gosta dos livros e queria adentrar mais nesse universo é até provável que se decepcione dependendo da sua expectativa. Se você quer uma leitura despretensiosa, leve, divertida, e meio maluca, aí sim você corre o risco de gostar desse livro. Continuar lendo

Eu sou a lenda – Richard Matheson

eu-sou-a-lendaAntes de qualquer coisa, gostaria de pedir para os leitores dessa resenha que esqueçam o filme com o Will Smith (“I Am Legend ”, de 2007), caso possam ter algum preconceito com essa história baseando-se em uma opinião formada por terem apenas visto a sua adaptação mais famosa para o cinema (e bem fraca, diga-se de passagem), devo ir dizendo que há algumas mudanças significativas no enredo, que ao meu ver, tiram um pouco da graça dessa trama, aliás, é bom dizer também que essa adaptação não é a única, o livro já foi adaptado algumas vezes para as telonas. Mas se você for um dos que gostaram do filme há grandes chances de gostar ainda mais desse livro. Continuar lendo